No âmbito da candidatura ao Apoio Pontual dos Agentes Culturais da Camara Municipal de Oeiras, o Centro Comunitário de Linda-a-Velha, doravante designado por CCLaV, propõe enquadrada na tipologia de apoio “Programação / Difusão”, o Vizinh”arte” – Festival de Cultura Local – 2ª Edição. Esta opção surge da experiência da candidatura de 2024 à CCDR-LVT ao LVT +Cultura, que nos trouxe uma maior coesão interna o que resultou no aumento da componente comunitária que desenvolvemos, que nos move há 15 anos e que grandes benefícios tem trazido para a comunidade local.
Linda-a-Velha é uma freguesia integrada no concelho de Oeiras, que se carateriza por uma população cada vez mais envelhecida, acompanhando a dinâmica nacional.
O Vizinh”arte” 2ª Edição, tenta reforçar o trabalho desenvolvido em 2024 com esse grupo etário, através de dinâmicas e atividades focadas nos seus interesses e conhecimentos, onde tentamos criar sinergias entre gerações, convidando a comunidade a cuidar de si própria, fomentando a transferência de conhecimentos intergeracional e criando laços de vizinhança saudáveis.
Nos próximos pontos descrevemos as atividades que constituem o Vizinh”arte” 2ª Edição, o cronograma de implementação e o orçamento para a sua concretização. Deste último, existem verbas que serão suportadas pelo CCLaV, numa perspetiva de responsabilidade social, que encaramos como missão e nos faz todo o sentido que o esforço orçamental seja repartido consoante as nossas possibilidades. Esta proposta conta com uma dotação orçamental cerca de 30% superior à da anterior edição, totalmente assegurada por receitas próprias, assim como de propostas de oferta à comunidade.
EM TERRA NOS PÉS, PERFORMANCE
Sinopse:
Em terra | Enterra | Enterrar | Terrar
Verbo intransitivo. O que nos transita, o que está de passagem, o que se decompõe.
EM TERRA NOS PÉS é uma peregrinação aos mais
É com terra nos pés que ousamos visitar os lugares mais subterrâneos e incertos da vida.
Se uma terra fértil nasce de uma complexa rede ecológica de relações, para sermos humanos, para sermos terra fértil, teremos talvez de reclamar este ventre materno, adentrando a terra até que seja possível reflorestar em nós e nas ecologias que habitamos práticas de igual cuidado, colaboração e simbiose.
Ficha Artística:
Uma criação da Associação monte da amOrada / CECAI – Brotas
Interpretação – Clara Santiago
Ficha técnica:
Duração – 30 min + conversa com público no final; adequado para Pais e Filhos (M/5)
– DATA: 27 setembro 2025 às 21h
Entidade parceira:
Associação monte da amOrada
Intervenção Cultural e Artística na Comunidade, um Contributo ao Desenvolvimento Social
Ferragial do Valongo, 7490-031 BROTAS / Mora
DEPOIS DE ELSINORE, A (DES)ORDEM, PERFORMANCE
Sinopse:
DEPOIS DE ELSINORE, a (DES)ORDEM acontece depois de You are Welcome to Elsinore de Mário Cesariny, um dos seus poemas mais emblemáticos e afirmativos da poesia surrealista, que nos devolve a possibilidade de acedermos ‘a um real que efetivamente existe, mas que a linguagem comum não poderia apreender’. Assim, o poema foi o aforismo proposto no arranque do Projeto MADURA na sua 10ª edição.
‘O dever falar’ aconteceu e sobre diversas formas foram portas que abriram e se opuseram ao ‘prisioneiro da mente’ personificado por Hamlet, fonte de inspiração de Cesariny para este poema.
DEPOIS DE ELSINORE, a (DES)ORDEM pode revelar-nos então que tudo, afinal, persiste e resiste.
Não há como abrir o que nunca esteve fechado.
Conceção e Direção:
Isabel Barbosa da Costa e Margarida Pinto Coelho
Intérpretes:
Ana Agapito, Ana Galvão Lucas, Dídia De Souza, Ernestina Neves, Isabel Dinis da Fonseca, Isabel Pinto Basto, Isabel Rosa, Ivone Domingues, Izabel Machado Baptista, Manuela Almeida, Maria Antónia Frasquilho e Paula Gomes
Sonoplastia/elementos do espetáculo/filme: Projeto MADURA
Produção: Associação monte da amOrada
– DATA: 12 dezembro 2025 às 21h
– Equipa: Projeto MADURA (Isabel BC e Margarida PC)
Entidade parceira:
Associação monte da amOrada
Intervenção Cultural e Artística na Comunidade, um Contributo ao Desenvolvimento Social
Ferragial do Valongo, 7490-031 BROTAS / Mora
WORKSHOP DE CROCHÉ: OS QUADRADINHOS DA AVÓ VÃO À ESCOLA
Sinopse:
Os quadradinhos da avó, surgiram nos Estados Unidos na época da depressão económica em 1929, momento de crise em que as matriarcas passaram a utilizar toda a sobra de linha existente para tecer mantas e roupas. Está muito relacionado a esse país, provavelmente seja por isso que são mais conhecidos por “granny square”.
Há também quem defenda que a sua origem é ainda mais antiga, já que foram encontradas referências desta arte, na Inglaterra Vitoriana (século XIX).
Na década de 60, o movimento hippie, que rejeitava o consumo em massa em prol de produtos artesanais, incorporou e popularizou o quadradinho da avó ao seu estilo de vida, com as suas formas coloridas a surgir nas roupas, bolsas e almofadas, transformando-os em tendência de moda e decoração.
Aprender com as avós e ensinar aos netos, serão workshops intergeracionais e em igualdade de género, resgatando e honrando a nossa ancestralidade.
Dinamizado pelo Projeto MALHAÇÃO do Centro Comunitário de Linda a Velha, este Projeto Malhação surgiu em 2011 no âmbito das Oficinas de Sensibilização, Recapacitação e Empoderamento da Comunidade, no movimento da Iniciativa de Transição de Linda a Velha.
A Malhação organiza regularmente, workshops temáticos e Encontros Intergeracionais semanais e mensais, onde entre lãs e agulhas de tricô e croché, são promovidas trocas de saberes, partilha de necessidades e amorosidade entre vizinhos.
Entidades parceiras: EB1 Armando Guerreiro ; Externato Padre António Vieira; EB1 D.Pedro V; EB1 João Gonçalves Zarco; Escola Básica e Secundária Amélia Rey Colaço
Coordenadoras: Carmen Duarte e Manuela Picoito
Com participação: Todas as avós disponíveis que integram o Projeto Malhação
O QUE PODEM AS PALAVRAS? PERFORMANCE
O que podem as Palavras? Performance com Declamação, Teatro, Música ao vivo e Dança, e também com a participação do Público, a partir da obra Novas Cartas Portuguesas de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa (1972), em homenagem a todas e em especial este ano à Maria Teresa Horta que nos deixou.
Sinopse:
Palavra –Unidade linguística com um significado, e corresponde na fala a um som ou conjunto de sons e na escrita a um sinal ou conjunto de sinais gráficos; Mensagem; Afirmação ou manifestação verbal; Permissão de falar; Manifestação verbal de promessa ou compromisso; Doutrina, ensinamento.
“palavra”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2025, https://dicionario.priberam.org/palavra.
Quanta força nas palavras ditas em conjunto, em comunidade, em intenção de coragem ou de esperança? E quantas palavras tem também o silêncio? A música? A dança?
Performance conjunta dos alunos de Teatro da ACTEJO, de Guitarra e Percussões Raízes na Música, dos encontros Malhação, dos encontros A Dança em Nós, todos eles com atividade regular no Centro Comunitário de Linda a Velha
Baseada no Livro Novas cartas Portuguesas de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa (1972).
Direcção Artística: Maria Falcão e Marta Lourenço
Marta Lourenço – Licenciada no Ensino de Música, multi-instrumentista, artista multidisciplinar, professora de música e de instrumento, musicoterapeuta e Colaboradora do CCLAV desde 2012
Maria João Falcão – Mestrado em Texto e Performance com foco em Encenação pela Birkbeck University e Royal Academy of Dramatic Arts , diretora da Academia de Teatro Jovem e Colaboradora do CCLAV desde 2016
Seleção de texto: Ana Agapito, Maria Falcão e Marta Lourenço
Seleção e Interpretação dos excertos das canções: Marta Lourenço
Declamação e Teatro: Alunos de Teatro da ACTEJO; Ana Agapito; Madalena Oliveira; Maria Falcão
Música ao Vivo: Alunos do projeto Raízes na Música; Marta Lourenço
Malhação: Coordenação de Carmen Duarte
A Dança em Nós: Coordenação de Marta Lourenço
DATA: Março 2026
Entidade parceira: A definir o local do acolhimento
O PODER DAS PERCUSSÕES EM COMUNIDADE – OFICINAS PARTICIPADA PARA FAMÍLIAS E TODA A COMUNIDADE E CONCERTO PARTICIPATIVO
Sinopse:
A vida tem ritmo e diferentes fases e dinâmicas; a música também. Ambas têm pulso, um batimento constante, um sentir, uma chama ou uma calma, e silêncios, também muitos silêncios.
Tocar Percussão em grupo, sentir e tocar a pulsação e também outros ritmos e combinações de sons, juntar a voz, é criar uma ligação e vibração sensíveis entre todos os envolvidos, onde se pratica a união e um movimento interno, mas ao mesmo tempo coletivo e comunitário.
A proposta contempla Oficinas de participação gratuita a toda a população local, de todas as idades, cumprindo o objetivo e missão do CCLAV, e dando uso aos instrumentos de percussão.
Caraterização do projeto:
O Poder das Percussões em COMUNIDADE
1. Oficina de Percussões para Famílias
DATA: 4af Dia 1 de Outubro, Dia Mundial da Música, das 18h às 19h na Associação de Pais EB1 Armando Guerreio
2. Oficina Criativa de Percussões para Público em Geral
DATA: Domingo 5 de Outubro às 17h no CCLAV
3. Concerto Participativo integrando os participantes da Oficina de Percussões com GRUPO MUSICAL Convidado com forte repertório representativo das tradições orais e musicais portuguesas.
DATA: Domingo 5 de Outubro das 18h30 no CCLAV
Direção artística e Organização: Marta Lourenço, projeto Raízes na Música – Licenciada no Ensino de Música, multi-instrumentista, artista multidisciplinar, professora de música e de instrumento, musicoterapeuta e Colaboradora do CCLAV desde 2012
Parcerias: Associação de Pais da EB1 Armando Guerreiro (atividade de 1 de outubro)
ENCONTROS DO SABER, FESTIVAL DE ARTES, OFÍCIOS E BEM-ESTAR
Sinopse:
Água é Vida, é o tema deste encontro.
Qual o valor da água e como no dia a dia se manifesta? O que podemos refletir sobre como interage connosco atualmente e como interagiu em sociedades anteriores á nossa? Como é a água na nossa saúde, no ciclo da natureza e das plantas que se foram adaptando á sua disponibilidade? Que movimento tem essa água e energeticamente como se pode manifestar na nossa expressão emotiva e artística?
Poemas e canções dedicados á água estão inundados de simplicidade e pureza, que é o que queremos.
Os Encontros do saber são dedicados ao saber fazer, aos conhecimentos ancestrais e tradicionais, aos ofícios que em comunidade e em conjunto se fazem, criando laços entre as pessoas, passando histórias, valores, entendimento, bem-estar e sentimento de pertença; ao tocar e dançar, celebrando; a fazer um tear, cultivar, rir e pintar, cozinhar em conjunto, recapacitando.
Ancorado na natureza e na simplicidade que somos, projeta-nos para uma sociedade futura mais sustentável, mais humana e feliz.
Que ferramentas podemos adquirir nos encontros do saber?
Os Encontros do saber são compostos por voluntariado em ações de proteção da natureza, atividades para famílias lúdicas e educativas, palestra e debate de enquadramento do tema, workshops de saber fazer, degustação e confeção conjunta á volta de uma mesa partilhando, exposição e mostra, celebração com música, dança, poemas e canções, abraços e sorrisos, criando e sendo comunidade forte e unida.
Descrição das Ações Previstas:
“Água é Vida”
Visualização do documentário – Water is love (facing future.tv)
Debate – Alfredo Cunhal Sendim “Herdade do Freixo do Meio”
Palestra de enquadramento – Drª Natália Nunes (FCSH)
Workshop horta em casa- João Alves Vaz “Hortas Ecológicas”
Oficina para famílias – adaptações á água “Arte Verde”
Voluntariado na natureza com caminhada – “Vamos salvar o Jamor”
Degustação plantas silvestres comestíveis – Filomena Aivado “Hortas Ecológicas”
Exposição e mostra, snacks e chás
Passeio encenado – Movimento da Água
Guia Anabela Pereira “Arte Verde” e Poemas com Manuela Leitão
Músico Orlando Murteira e coro participativo com canções tradicionais
Dança na Comunidade, Dança Criativa e Animação Elsa Shams
Teatralização “O Chafariz” (Nuno Borges Pinto e companhia)
Entidades parceiras:
AP EB1 Armando Guerreiro
Associação Vamos Salvar o Jamor
Preservar a Serra de Carnaxide – Movimento de cidadãos
Agrupamento de Escuteiros 626 Linda-a-Velha, CNE
O Chafariz Associação Cultural Oca
CSA Freixo do Meio
“SABORES COM HISTÓRIA – UMA EXPERIÊNCIA SENSORIAL DE QUEIJOS, PÃES E VINHOS”
Sinopse:
Proporcionar aos participantes uma imersão nos sabores regionais, oferecendo uma experiência sensorial única que envolve a degustação de queijos, pães e vinhos locais. O objetivo da experiência é não apenas explorar a gastronomia regional, mas também sensibilizar para o valor dos produtos locais, a importância de preservar as tradições e incentivar a valorização dos sabores autênticos e de apreciar a nossa riqueza cultural.
Os participantes serão guiados em uma viagem sensorial, onde terão a oportunidade de provar diferentes tipos de queijos artesanais, pães tradicionais e vinhos locais. Durante a atividade, será incentivada a reflexão e partilha sobre como cada produto se complementa e como os sabores e aromas interagem para criar uma experiência gastronómica única.
A experiência incluirá momentos de interação, onde os participantes poderão partilhar as suas perceções sensoriais e criar combinações de sabores.
Entidades parceiras: Pequenos produtores locais a protocolar
Coordenadora: Cristina Martins
KALA QUIMERA, PERFORMANCE
Sinopse:
Uma viagem por um sonho distante. Um sonho improvável, estranho, porém presente.
Sábias visões.
A alma reconhece e o corpo representa.
Uma só pele que dá ritmo às raízes, movimentos, estados e lugares, de longe e de perto.
Uma fusão de perspetivas, imaginários e lugares.
Um sonho, quem sabe quimera, a quatro corpos.
Este espetáculo resulta da fusão das culturas que compõem a nossa ancestralidade. Do oriente ao ocidente, um espetáculo que reúne a dança clássica indiana Bharatanatyam, o teatro e a música. Um encontro entre o fantástico e o real onde estes são indistinguíveis um do outro. Um devaneio por vários estados de consciência.
Produção: Companhia de Dança Tarika Valli com Joana Pazo e André Diniz
Intérpretes: Catarina Mallika; Julieta Rousseau; Joana Pazo
Música: Grupo Maha Maya (Bangalore); André Diniz
Sonoplastia: André Diniz
Coreografia: Tarika Valli; Catarina Mallika; Julieta Rousseau
Seleção de texto: Joana Pazo
Figurinos: Ana Paula Guerra; Paula Rousseau
Duração: 33 minutos
Entidade parceira: Auditório Municipal Lourdes Norberto
Data: Apresentação com data a confirmar no Auditório Municipal Lourdes Norberto
Nota biográfica: A Companhia de Dança Tarika Valli, companhia residente no Centro de Dança de Oeiras, representada neste projeto por Catarina Mallika (bailarina e escultora) e Julieta Rousseau (bailarina e yogini), tem um longo historial de prática e apresentação artística, sob a tutoria da professora, bailarina e coreógrafa Tarika Valli. Com o objectivo de alargar a exposição do Bharatanatyam, criam em 2024, com Joana Pazo (actriz e cantora lírica) e André Diniz (músico e designer), o espetáculo Kala Quimera. Juntando a dança clássica indiana com o teatro e a música, exploram as raízes culturais de cada expressão, propondo uma abordagem contemporânea.
EQUIPA POR ORDEM ALFABÉTICA:
Ana Agapito – Projeto Madura e CCLaV
André Diniz – Músico e designer – Produção da performance Kala Quimera
Beatriz Marques – Designer de apoio ao CCLaV,– Coordenação de imagem e comunicação do Vizinh”arte” – CCLaV
Cármen Duarte – Socióloga, dinamizadora sociocultural – Coordenação e dinamização dos “Workshop de Crochet” e Coordenação geral – CCLaV
Cristina Clara – Tesoureira do CCLaV – Coordenação geral e financeira – CCLaV
Cristina Martins – Responsável do CCLaV pela imagem e comunicação, formada em comunicação e imagem – Coordenação geral – CCLaV
Elsa Breia – Técnica superior em biologia e bailarina, educadora ambiental, guia da natureza, professora, ligada ás artes e á natureza, com formação em Aula no Jardim (Gulbenkian), Dança na Comunidade (Forum Dança), Dança Criativa (Amalgama), tradicionais de todo o mundo e especialista em Dança do Ventre e do feminino ancestral com a denominação artística Elsa Shams. Mentora de projetos como Arte Verde, Linda Dance, JAWHAR e outros– Coordenação do Encontros do Saber – CCLaV
Fernando Oliveira – Membro dos Órgãos Sociais do CCLaV, licenciado em Ciências Sociais e dinamizador social – Coordenação geral e Coordenação do Encontros do Saber – CCLaV.
Isabel Barbosa da Costa – Diretora artística – Concepção e Coordenação da atividade “DEPOIS DE ELSINORE, a (DES)ORDEM e EM TERRA NOS PÉS” – Formada em Educação de Infância, foco na Relação Arte Educação; Direcção artística Projecto MADURA (Oeiras, Évora, Lisboa, Mora) – Associação monte da amOrada
Madalena Oliveira – Membro dos Órgãos Sociais do CCLaV, Licenciada em Artes Cénicas/Teatro – Apoio à coordenação geral.
Manuela Picoito – Dinamizadora do Projeto Malhação, formadora na arte do crochet e tricot – Coordenação e dinamização do “Workshop de Crochet” – CCLaV
Margarida Pinto Coelho – Diretora artística – Concepção e Coordenação da atividade “DEPOIS DE ELSINORE, a (DES)ORDEM e EM TERRA NOS PÉS” – 4º ano da Licenciatura em Dança FMH-UTL; especialização Dança para a Comunidade / Fórum Dança, Lx; Cinema e Vídeo/Real.Ficção, Lx. Orgãos sociais da Associação monte da amOrada; Direcção artística Projecto MADURA (Oeiras, Évora, Lisboa, Mora) – Associação monte da amOrada
Maria João Falcão – Mestrado em Texto e Performance com foco em Encenação pela Birkbeck University e Royal Academy of Dramatic Arts , diretora da Academia de Teatro Jovem e Colaboradora do CCLAV desde 2016
Marta Lourenço – Licenciada no Ensino de Música, multi-instrumentista e artista multidisciplinar, Colaboradora do CCLAV desde 2012 – Organização e Formação “O Poder das Percussões em Comunidade.
Orlando Murteira – Músico (música portuguesa e do mundo), compositor, multi-instrumentista e construtor de instrumentos musicais artesanais a partir madeira de estruturas das plantas- Coordenação do Encontros do Saber.